Por que temos ideias durante o banho?

Esse é um texto sobre diversidade, produtividade e criatividade. O que essas palavras com a mesma terminação tem em comum?

Muitas vezes insistimos em arrancar, de qualquer jeito, ideias de um brainstorm. Tentamos com todas as forças, extrair dali qualquer coisa, as vezes por desespero, pelo fato do prazo estar apertando ou até mesmo por não ter chegado ainda à uma ideia criativa interessante.

Acabamos entrando em modo automático e esquecemos que brainstorm é um exercício de pura liberdade, onde podemos colocar tudo para fora sem qualquer filtro ou julgamento. É uma ferramenta interessante quando usada com tempo, tranquilidade e sem pressão. Mas esquecemos que ele é um exercício a nosso favor, e que deveríamos nos permitir ser inspirados por ele no seu tempo, pois a pressa é inimiga da criatividade!

Então se você não estiver indo a lugar nenhum com seus brainstorms e queira aguçar sua criatividade, vou dar algumas dicas:

1. Diversifique, saia do automático!

Faça outras coisas, preste atenção em coisas diferentes da sua rotina! Esqueça tudo que costuma fazer para resolver um problema ou uma questão, e tente algo completamente novo! Ou ainda, pare tudo! Pare o que estiver fazendo, mesmo que seja um brainstorm esperançoso!

Ter foco pode ser bom para a produtividade. Por exemplo na hora de criar nomes, é bom sentar e deixar-se levar, mergulhar de cabeça no job, pois opções vão começar a surgir. Mas em determinado momento é preciso desfocar para continuar sendo produtivo. Já percebeu como a mente parece cansar e começa a repetir as mesmas ideias? Nesses casos, se desligue do Job, faça qualquer outra coisa ou várias outras coisas, mas fique longe desse trabalho.

Em algum momento o solo precisa ser renovado com o cultivo de algo novo ou simplesmente ter uma pausa.” Tim Harford – livro Caos Criativo

Fique tranquilo. As ideias que teve até então, ficam armazenadas no fundo da mente prontas para saltarem de lá quando uma inspiração inesperada aparecer! E é exatamente isso que ocorre, quando estamos tomando banho e vem aquela ideia maravilhosa!

É claro que depois você vai retomar o job, mas esse tempo de descanso pra mente é importantíssimo e faz parte do trabalho. (É fato que a pessoa criativa sempre está trabalhando!) Quando retornar com a cabeça menos focada e com pensamentos variados, vai perceber como novas ideias (e mais interessantes) vão aparecer.

2. Diversifique muito, simultaneamente!

Inclusive é interessante e produtivo tocar mais de um projeto por vez, trabalhar em cima deles no mesmo dia, por exemplo. Um contexto novo pode ser emocionante. Ter vários projetos pode parecer que distrai a atenção mas em vez disso, a variedade exige a nossa atenção.

Trabalhar em projetos distintos pode trazer benefício prático e psicológico.
O benefício prático é que os projetos múltiplos fazem fertilizações cruzadas uns nos outros. O conhecimento de um pode fornecer a chave para destravar o outro. O benefício psicológico é que, cada projeto é um escape dos demais. E ainda, enquanto prestamos muita atenção em um projeto, podemos estar inconscientemente processando outro.

Portanto, abrir o leque, fazer e pensar em coisas diversificadas ajudam a aguçar a nossa mente e criatividade e assim nos tornamos mais produtivos! Que tal tomar um banho?

Me conte nos comentários o que você achou desse texto, vou adorar saber!
Ana Carolina Mosimann

Observação: Os benefícios prático e psicológicos foram extraídos do livro ‘Caos Criativo’ de Tim Harford.

Por que pagar por um nome?

Muitas pessoas se perguntam o porquê de pagar um profissional para desenvolver o nome da sua empresa/produto/serviço, se ele mesmo, ou alguém próximo pode fazer isso sem custo algum. Então vamos lá, aqui estão listadas algumas vantagens ao contratar um Namer:

  • Para ter um nome original.
    Um nome só seu, do seu jeito! Único e diferenciado.
  • Para ter um nome que faça a diferença.
    Que não seja apenas mais um no mundo. Que faça sentido para a marca e consiga transparecer seu propósito, posicionamento ou valores.
  • Para ter a personalidade da sua marca.
    Que combine com quem sua empresa/produto é.
  • Para ter um nome com maiores chances de ser bem aceito.
    Adequado ao negócio e consistente para o público.
  • Para ter um nome que se diferencie dos concorrentes.
    Que não exista igual ou muito parecido no segmento/nicho e chame atenção no mercado.
  • Para ter um nome que se conecte com o seu público.
    Que seja capaz de atrair as pessoas que se identificam com a sua proposta.
  • Para ter um nome que cause impacto positivo para a sua marca.
    Que dê uma cara atrativa para a sua empresa e para os seus produtos.
  • Para ter um nome que trabalhe pelo seu negócio e valorize à sua marca.
    Que seja bem pensado para agregar valores e atrair as pessoas certas. Que não denigra sua imagem, causando associações negativas e conotações perigosas.
  • Para ter um nome com maiores chances de se tornar memorável.
    Que cause impacto e boas associações para ficarem gravados na mente e no coração.
  • Para ter um nome que possa ser registrado.
    Do que adianta ter um nome lindo mas que não pode ser registrado?
    É obrigação do profissional Namer oferecer opções que estejam disponíveis para registro no INPI, pois só assim ele poderá ser protegido no mercado.
  • Para ter um nome digno de ser um ativo.
    A empresa pode mudar de segmento, encerrar as atividades ou ser vendida, mas um bom nome (aliado a uma excelente gestão de marca) pode permanecer e valer muito dinheiro.
  • Para ter um nome criado por um profissional.
    Criado com seriedade e responsabilidade, de maneira racional e imparcial. Com objetivo e cuidados que evitam transtornos futuro, como desperdício de tempo e dinheiro.

Portanto, não é sobre ter um nome apenas bonito, legal ou que soe bem. Fica claro que o papel do Namer vai muito além da simples criação.Seu papel é pensar no nome como um negócio de verdade e criar um nome estratégico, muito bem pensado, que agregue valor a marca e que realmente funcione.

Qual é a sua opinião? Você acha que vale a pena contratar um profissional?
Ana Carolina Mosimann

O nome não é o sucesso da marca

O nome realmente é muito importante para qualquer marca, afinal ele é a uma das primeiras decisões a serem tomadas e o início da sua história. Além disso, é também a identificação que vai aparecer para o público praticamente em todos os pontos de contato.

As vezes o nome pode ser considerado o elemento mais importante da marca, pelo fato de poder sobreviver além da própria empresa/ produto/serviço. Pense bem, a logo pode ser modernizada, a publicidade esquecida, a empresa mudar de segmento ou até encerrar suas atividades… mas um nome forte pode permanecer. E esse é um dos motivos pelo qual o nome é considerado um ativo.

Mas não é porque ele é um fator de destaque, que tem que ser responsabilizado pelo sucesso da marca. É um fardo grande demais para ele! É preciso entender que o nome é apenas 1 (um) elemento e, que sozinho, não é capaz de tornar a marca desejada. Do que adianta o nome ser incrível e a marca não saber se comunicar de maneira adequada e relevante com o seu público? Do que adianta ter um nome maravilhoso e a qualidade do produto/serviço entregue ser ruim? Não há marca que se sustente dessa forma. Todo negócio ou marca só é realmente bom na sua totalidade, na soma de todas as suas partes.

Muitas pessoas acreditam que a solução dos problemas do seu negócio será resolvida com um bom nome. Que através de uma única palavra será possível ‘passar’ várias qualidades, benefícios ou valores. Sinto dizer, mas não é assim que funciona!

O que funciona é saber onde, de fato, se quer chegar. E para isso é preciso ter foco e objetivo. Definir qual a mensagem mais importante a ser transparecida através do nome é essencial. Menos é mais. E quem quer comunicar tudo não diz nada.

Mas não pára por aí, afinal marca é construção! E é possível passar outras mensagens importantes através dos vários elementos que a compõem, como: logo, identidade visual, identidade verbal, propaganda, relacionamento, experiência de marca, etc.

Portanto, o nome é poderoso mas não é o salvador. Ele tem o poder de destacar a marca e agregar à ela uma vantagem competitiva, fazendo com que ela possa sair “na frente”. Mas o sucesso da marca vai muito além e depende de todos os outros fatores funcionando em harmonia.

E é por isso que, um nome ‘não muito bom’ é aceitável. Sério? Sim, porque se ele for mais ou menos e todo o restante da marca funcionar muito bem ela segue adiante. Não é porque o nome não é incrível que ele vai afundar a sua marca.

Ana Carolina

Nome sem regras

É claro que existem algumas diretrizes para criar um bom nome. Mas por outro lado, tratando-se de um trabalho que envolve criatividade, regras podem limitar a criação.

Cada projeto é diferente e tem suas particularidades. O que serve para um jamais servirá para o outro, mesmo que sejam empresas do mesmo ramo, por exemplo. Afinal precisamos trabalhar com diferenciação e respeitar a estratégia de negócio e de marca, de cada um.

Dito isso fica claro que, o que é “certo ou errado” para um nome, é muito particular. Apenas quando você compreender o negócio, entender o mercado no qual essa marca será inserida, seu público e concorrentes é que será possível saber o que é imprescindível e não pode faltar nesse nome e o que é irrelevante.

Muito fala-se que um bom nome tem que ser escrito e pronunciado de maneira correta. Mas pense por outro lado, se ele tiver uma pequena dificuldade nesse sentido (de maneira que não irá prejudica-lo, claro!) mas ao mesmo tempo ter uma sacada incrível, ou então fazer uma conexão emocional relevante, é muito mais interessante. E os pontos fracos irrelevantes, não?

O ponto chave está em, conhecer muito bem a marca para quem você está criando o nome e saber quais são as fraquezas aceitáveis para ele. Nenhum nome é perfeito. É preciso captar o que o nome em questão precisa e o que é mais importante para ele.

Não vale a pena descartar um nome significativo pelo fato de que um único elemento não está em perfeita sintonia. A pronúncia por exemplo, pode ser aprendida e aperfeiçoada, afinal marca é construção. Qual o problema da primeira vez alguém falar errado e depois aprender o correto? Isso não irá prejudicar a marca e o problema será resolvido!

Mas é claro que tudo tem limite e fraquezas devem ser aceitas de maneira consciente e de uma forma que jamais prejudique a marca. Digamos que, deve ser um risco consciente e calculado.

Se for para cumprir todos os mandamentos de um bom nome, dificilmente você vai chegar a algum lugar. As vezes podemos achar que algo é irrefutável e descobrir durante o processo que dá sim para abrir excessão. É importante seguir algumas orientações mas nada de regras rigorosas!

Ana Carolina

Mindset no negócio

Resolvi falar um pouco do livro ‘Mindset’ da autora Carol S. Dweck, que foi o pontapé inicial para a criação da Batiza Naming Brands.

Para começar, o que é essa palavra ‘mindset’ que tanta gente fala hoje em dia? Para dar uma clareada, você pode traduzir para ‘mentalidade’.
A grosso modo, é o conjunto de crenças e hábitos que comandam o seu pensamento. É o jeito que você pensa e age perante às situações da vida. Então, o seu mindset é a mentalidade que você adota.

Resumidamente o livro fala da diferença entre:
Mindset Fixo e Mindset de Crescimento.

As pessoas de Mindset Fixo não veem necessidade de melhorar suas capacidades. Se acham autossuficientes, acreditam que possuem conhecimento necessário e são superiores aos demais. Com medo que isso se prove o contrário, elas tem pavor de julgamentos negativos, evitam desafios e não sabem lidar com os fracassos. São pessoas que não buscam o desenvolvimento. Assim acabam estagnadas e deixam de evoluir.

Já aquelas com Mindset de Crescimento dão valor ao conhecimento e estão sempre buscando se aperfeiçoar. Usam as dificuldades do dia a dia e transformam em energia para se superar e ir além. Essas pessoas têm foco na aprendizagem e estão em constante evolução.

Ao ler o livro, é possível perceber que as pessoas não são um ou outro. Ele faz você refletir sobre, em quais momentos e circunstâncias da vida você possui cada tipo de mindset. Um excelente exercício de auto-conhecimento.

A partir disso, é possível você detectar fraquezas relacionadas ao Mindset Fixo e enxergar como transformá-las a partir do Mindset de Crescimento. Analisar detalhadamente os pontos negativos é importante para girar a chavinha rumo a mudança. 

Foto do livro ‘Stela Like and Artist’ de Austin Kleon.

Antes da Batiza nascer, existia uma pessoa questionadora, que não aceitava bem o “você tem que” e criativa ao ponto de querer criar algo novo. Depois de passar por agências de publicidade, departamento de marketing e agência de branding e design, a ideia era criar uma “nova profissão” que permitisse a liberdade. Algo que não existisse no mercado (pelo menos do jeito que se pensava), que fosse diferenciado e relevante.

Era possível perceber no mercado, a crescente demanda pela criação de nomes, já que estavam surgindo novas empresas. Dentro de agências de publicidade e design não existia um profissional capacitado, muito menos especializado, nisso. Existia uma lacuna para um negócio com certa capacidade intelectual e criativa para oferecer esse serviço. Embora com tudo isso a favor, infelizmente existiam muitos questionamentos.

Mas o livro causou uma reviravolta! Foi ‘Mindset’ que fez a Batiza sair do papel, deixando de lado medos de desafios e julgamentos, medo de não ser bom o suficiente nesse ramo. O livro mostrou que é viável começar com o que se tem e ir desenvolvendo o negócio ao longo do caminho através da constante busca por conhecimento e atualização. Não é preciso saber tudo, alias estamos aprendendo o tempo todo e todo passo é necessário e construtivo. Isso foi libertador! 

Hoje, com um ano e meio de empresa, a Batiza se orgulha do caminho (ainda pequeno) que trilhou e é consciente de que a jornada é uma evolução eterna e que será aprimorada a cada dia, para ser cada vez melhor.

E é por isso que eu recomendo a leitura, porque foi ele que alimentou e impulsionou mais um negócio nesse mundo.

Observação: É um livro que eu indico pra todo mundo, porque ele pode ser aplicado à todas as áreas da vida, desde a educação dos filhos até o âmbito profissional.

O que um designer precisa saber sobre naming?

Mesmo não sendo função de um designer, muitas vezes a demanda para criar uma logo chega seguida da necessidade de criar o nome para a empresa, produto ou serviço em questão.

Sem verba para contratar um especialista e para não negar o trabalho, o designer acaba aceitando o desafio, e inevitavelmente se pergunta:
“E agora que aceitei, por onde começar?”  

Portanto aqui vão 5 dicas exclusivas para designers que pretendem dar nome para alguma marca.

Dica 1
Defina a mensagem que você quer passar através do nome.
Assim como na construção de uma logo, ter um foco claro irá te orientar e facilitar a criação.
Exemplo: A Natura transmite um dos ideais do negócio que é o valor da natureza.

Dica 2
Defina o que você vai revelar sobre a marca através do nome, e o que vai deixar para comunicar através da logo.
O bom é que, dessa maneira, a marca vai se tornar mais rica e relevante.
Exemplo: Häagen-Dazs. O nome passa a ideia de ser um produto escandinavo. E seu design, atualmente, transmite modernidade. (marca reformulada em 2017).

Dica 3
Dê atenção à sonoridade.
Já que não é tão comum na rotina de um designer prestar atenção na parte verbal, certifique-se de que o nome possui pronúncia fluida e agradável.
Exemplo: A marca Schwarzkopf, de produtos para cabelo, é quase impossível de ser pronunciada por nós brasileiros.

Dica 4
Faça a consulta no INPI .

Só dessa maneira você saberá se o nome que criou pode ser registrado.
Mas não faça isso por conta própria, deixe para um advogado especialista. O bom é que, existem vários deles no mercado que fazem essa pesquisa sem custo algum.
Exemplo: Antes de ser Jota Quest a banda se chamava J Quest, uma inspiração do desenho Jonny Quest. Teveque trocar de nome depois de anos, para não serem processados pela Hanna-Barbera.

Dica 5
Tenha em mente em quais materiais esse nome será usado.
Se for nome de produto e a embalagem for pequena, você já deve imaginar que o mais indicado é um nome curto, não é?
Exemplo: ‘Quem disse berenice’ é bem longo para caber em uma embalagem de batom.

Essas dicas são valiosas também quando o cliente pede apenas uma opinião sobre o nome para o designer. Através desse conhecimento é possível direcioná-lo melhor, o que pode ser um diferencial na hora de ter uma conversa mais profunda a cerca da marca.

Criar um nome é um trabalho que te tira da zona de conforto, exercita a sua criatividade e te dá uma outra perspectiva em relação à uma marca, o que é excelente para um profissional de criação. E o principal, como foi você que criou o nome, e já tem em mãos um brainstorm com insights, fica meio caminho andado para criar a logo e a identidade visual.

Ana Carolina

A importância da gestão do nome da sua marca

Quando criei a conta da Batiza no Instagram, o perfil não estava disponível, uma outra pessoa já tinha posse do @batiza. Apesar de chateada, afinal todo mundo quer seu @ exato, tive de escolher outro: @mebatiza.

A estratégia foi acrescentar uma ‘palavra’ interessante, que resultou em um call to action, que poderia ser interpretado como um pedido de socorro: “dê um nome para a minha marca”. Perceba que, não escolhi um termo aleatório apenas para resolver a minha necessidade, e sim um complemento que fazia sentido, era descontraído e chamava atenção.

Eu realmente fiquei feliz com essa escolha. Mas infelizmente, com o tempo, ela começou a trazer um certo desconforto.

Quando alguém me mencionava no Stories, ao invés de falar a ‘Batiza’, dizia a ‘Me Batiza’. As vezes, essas pessoas até sabiam o nome correto (fiz uma enquete para descobrir isso!) mas acabavam mencionando o @ para ficar mais fácil dos outros me encontrarem ali no Instagram.

Minha insatisfação foi crescendo. Estava ficando angustiada, pois percebia a cada dia que meu nome ‘Batiza’, que eu criei com tanto cuidado e carinho, estava perdendo espaço para meu nome do perfil.

Logo eu, que trabalho com Naming, estava tendo um problema com o meu próprio nome.

Se tratava de uma questão estratégica (e eu adoro isso!), portanto foi preciso refletir, analisar, ponderar os prós e contras, durante alguns meses, antes de tomar uma decisão que resolvesse o problema. Afinal as pessoas já estavam acostumadas com @mebatiza.

A dúvidas eram: “É ou não é a hora de mudar? Eu mudo agora para @batiza(algumacoisa) ou sigo como está?” E para responder essas questões tive que me questionar: “Qual é a importância disso para a minha marca?”

E eu entendi que era muito mais importante preservar meu nome, pois ele poderia ir por água abaixo, perder a relevância e enfraquecer a marca. Por isso resolvi mudar.

Agora o perfil no Instagram é: @batiza.naming
Como tudo na vida tem um lado bom, nesse caso não seria diferente. Com o novo complemento, ficou mais fácil das pessoas encontrarem o meu serviço.

Enfim, escrevi tudo isso para aproveitar essa mudança de perfil e falar que, por mais que o problema do nome estivesse apenas no Instagram, ele acabaria saindo de controle, indo para fora desse universo e prejudicando a marca como um todo.

Portanto, tenha cuidado ao criar o nome da sua marca e também com a gestão dele. Pensar com calma e estrategicamente, mesmo que só para criar o perfil das redes sociais, é muito importante e influencia diretamente na imagem da sua marca.

Ana Carolina